sexta-feira, 8 de abril de 2016

UM PAPO SOBRE FICÇÃO HISTÓRICA E OS MESTRES DO GÊNERO

Batalhas, conflitos políticos e religiosos, cavaleiros, arqueiros, lanceiros (ou piqueiros) e muito mais, são as principais características de um dos subgêneros da Ficção que cada vez mais está conquistando novos fãs por aí. É com isso que iniciamos o nosso papo sobre Ficção Histórica, explicando sobre o subgênero, quando ele surgiu, os maiores escritores, melhores clássicos e tudo mais! Embarque nessa aventura conosco!

0

O que é a Ficção Histórica?

Conhecido mais popularmente como Romance Histórico, o gênero em questão adota uma narrativa ficcional que se relaciona com fatos históricos. A composição dos personagens e dos cenários é feita de uma forma onde ambos estejam em concordância com os dados históricos nos quais a trama foi baseada, fazendo com que o leitor tenha uma noção mais detalhada de como era a vida e os costumes na época.

A Ficção Histórica surgiu e foi popularizada no período do Romantismo (séculos XVIII-XIX), com o exemplo bem sucedido do escocês Walter Scott. O gênero se expandiu rapidamente pelas literaturas ocidentais e desde então tem angariado um número crescente de leitores e escritores.

Falando em Walter Scott, o cara é considerado o criador do verdadeiro romance histórico. Ivanhoésua obra mais aclamada, foi escrito em 1820 e narra a batalha entre saxões e normandos e as intrigas de João Sem Terra para destronar Ricardo Coração de Leão. Os valores da cavalaria medieval e o heroísmo inglês são enaltecidos nessa obra.

Como falar de Ficção Histórica sem mencionar o russo Liev Tolstói? O autor russo é um dos nomes mais conhecidos no meio da literatura histórica e, com toda a certeza, um dos mais influentes. Em Guerra e Paz, Tolstói narra a história da Rússia no período de Napoleão Bonaparte. A história conta a vida de cinco famílias aristocráticas (destacando as famílias Bezukhovs, Bolkonskys e Rostovs) e o vínculo de suas vidas pessoais com a História de 1805-1813, principalmente quando Napoleão invadiu a Rússia em 1812. Além de Guerra e Paz, Tolstói também escreveu a obra Anna Karenina (que foi publicada aqui no Brasil em uma edição belíssima pela editora Cosac & Naify).

Ainda em território europeu, vamos viajar para Milão, na Itália, e conversar sobre mais um grande nome da Ficção Histórica: Umberto Eco. Filósofo, semiólogo, linguista, bibliófilo italiano e escritor. Em 1980 ele publicou O Nome da Rosa, livro que o tornou mundialmente conhecido. Em O Nome da Rosa, Eco retrata um período da Idade Média quando o riso era considerado, pela Igreja, um pecado. A trama nos remete a uma série de investigações de assassinatos que ocorreram em uma abadia. Willian de Baskerville e Adso de Melk são os personagens que estão conduzindo as investigações.

Lá no Reino Unido, nós vamos conhecer um cara chamado Kenneth Martin Follett, ou apenas Ken Follett para os mais íntimos. Ken Follett é o autor de Os Pilares da Terra, uma das obras de Ficção Histórica mais aclamadas ao redor do mundo. O livro foi lançado em 1989, mas só foi se tornar um best-seller ao longo da década seguinte. Ambientado na Inglaterra do século XII, durante um período conhecido como "A Anarquia", onde dois possíveis sucessores lutarão pelo trono inglês. É aí que conhecemos Tom, um humilde pedreiro e mestre de obras que tem o sonho de construir uma imponente catedral gótica. Ken Follett também lançou Mundo Sem Fim, que se passa 200 anos depois dos acontecimentos de Os Pilares da Terra.

Entrando em território inglês, nos deparamos com dois grandes nomes da atualidade: Bernard Cornwell e Conn Iggulden.

Apaixonado por História (principalmente a de seu país), Bernard Cornwell é dos mais importantes escritores britânicos. Cornwell tem um currículo que conta com mais de 40 livros publicados e traduções para 16 idiomas. Impossível de escolher somente um livro/trilogia/série dele para comentar, pois, de acordo com milhares de comentários por aí, o autor não perde a mão em nenhuma de suas obras (a não ser em alguns livros únicos, mas nada tão gritante), mas vamos tentar falar das mais famosas. As Crônicas de Artur mesclam as lendas arturianas com ficção histórica e, segundo a maioria dos leitores, é a obra mais aclamada do autor. A Busca do Graal é uma trilogia sobre a Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra. O protagonista da trama é um arqueiro inglês chamado Thomas de Hookton, que cai na trilha do lendário Santo Graal e busca vingança pelo assassinato de seu pai. A série de livros Crônicas Saxônicas é ambientada na Inglaterra dos século IX e X. A história se passa durante as invasões dinamarquesas da Grã-Bretanha, quando quase todos os seus reinos são conquistados. Tem uma postagem aqui no blog convidando todos vocês, leitores, para um evento que ocorrerá em Julho e todos os livros desse autor estão selecionados para a leitura. Quer saber mais? Clica aqui: MARATONA PAREDE DE ESCUDOS. *o barbudão no gif lá no topo da postagem é ninguém menos que Uhtred de Bebbanburg, o protagonista de Crônicas Saxônicas*.

Influenciado por Bernard Cornwell, Conn Iggulden alcançou o sucesso com a série de livros O Imperador, que conta a história de Júlio César, o mais lendário de todos os monarcas, desde sua infância até o momento em que o mesmo se torna imperador. Não contente com o sucesso de O Imperador, Conn Iggulden escreveu outra série de livros, desta vez ambientada um pouco longe de Roma. A série O Conquistador reconstrói a saga do imperador mongol Gêngis Khan e seus descendentes. Além dessas duas séries, Iggulden também é autor da trilogia A Guerra das Rosas, que reconta a série de lutas dinásticas pelo trono da Inglaterra durante trinta anos.

Edward Rutherfurd, Jack Whyte, Howard Pyle, Henryc Sienkiewicz, Noah Gordon, Maurice Druon, Muriel Romana, Andrea Frediani, C.C Humphreys, Steven Pressfield e muitos outros, também são escritores muito renomados dos gênero. Vale a pena dar uma conferida nas obras deles ;)

Agora vamos sair um pouco da Europa e conhecer alguns dos nosso talentos nacionais.

Começaremos por Érico Veríssimo, autor de O Tempo e o Vento. Nascido em terras gaúchas, Érico é considerado um dos escritores brasileiros mais populares do século XX. O Tempo e o Vento é sua obra mais aclamada, sendo considerada por muitos como a obra definitiva do estado do Rio Grande do Sul e uma das mais importantes do Brasil. Divido em três partes (O Continente - O Retrato - O Arquipélago), a obra conta uma parte da história do Brasil vista a partir do sul desde 1795 (ocupação do "Continente de São Pedro") até 1945 (fim do Estado Novo), através da saga das famílias Terra, Cambará, Caré e Amaral.



Aydano Roriz é o fundador da Editora Europa e autor de diversas obras de Ficção Histórica brasileira. Uma de suas obras mais conhecidas é a trilogia Epopeia Holandesa no Brasil (Invasão à Bahia - Jornada dos Vassalos - Invasão à Pernambuco). Em Invasão à Bahia, o autor nos explica os motivos pelos quais os holandeses vieram de tão longe para se apossar da cidade de Salvador, e faz um vívido retrato de uma das primeiras multinacionais já no século XVII, a Companhia das Índias Ocidentais. No segundo livro, Jornada dos Vassalos, o autor aborda o choque religioso e cultural entre baianos e holandeses, sob o governo de Johan van Dorth, um homem que mudou a história do Brasil. Invasão à Pernambuco, o terceiro e último volume, trata da decisão da Companhia das Índias Ocidentais de invadir Pernambuco (Terra do Açúcar).

Bom, galera, esse foi o nosso papo sobre a Ficção Histórica. Claro que existem diversos autores estrangeiros e nacionais que eu não citei (confesso que um dos principais motivos é a falta de conhecimento e o outro é o tamanho da postagem HAHAHAHA), mas vocês podem comentar sobre ali embaixo. Vai que, de repente, você conhece um que eu não conheço?
Ainda não tive a oportunidade de ler alguns desses títulos que eu citei, mas prometo que em breve estarei com todos eles em mãos para ler e resenhar aqui :)

Espero que tenham gostado. Um abraço e até a próxima!


37 comentários:

  1. Um dos melhores escritores do estilo, embora ninguém fale dele é o Steven Pressfield. Escreveu poucos livros ( só 2 que foram traduzidos eu acho), mas se alguém tiver oportunidade leia Os Portões de Fogo, fantástico!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Bem-vindo ao Bravura, Ítalo!

      Puts, cara! Eu disse pra você que não conhecia, mas eu só não liguei o nome do autor ao nome da obra. Esse é um dos livros que eu mais quero ler, mas achá-lo disponível para compra é quase impossível (e caro demais quando acha). Vou dar uma garimpada nos sebos da vida HAHAHAHAHA.

      Um abraço, cara! Volte sempre aqui ;)

      Excluir
    2. Pois é, tem muitos anos que li ele, já procurei para comprar mas nunca mais achei mesmo! É o melhor romance histórico que já li!

      Excluir
    3. Esse livro só tem em portugal, como acho no brasil? kkkk

      Excluir
    4. Eu já vi ele no Estante Virtual, mas está sempre caríssimo! Dá um pesquisada por lá também, Rafael ;)

      Excluir
  2. Se não me engano são 5 livros traduzidos por aqui do Steven Pressfield. Li A Campanha no Afeganistão e gostei muito, pois a obra é muito bem escrita. Os Portões de Fogo dizem ser o melhor livro do autor, mas como disse o Phelipe, é difícil de encontrar, e quando aparece nos sebos o preço é bem salgado.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Uai desse eu nem sabia. Eu li o Portões de Fogo que é o clássico dele, e estou lendo A Última Guerreira, fora esses eu sei que tinha um livro dele meio que de "auto ajuda" publicado, mas desse aí nem sabia não!

      Excluir
    2. Bom saber que existem mais títulos dele por aqui, Maurilei. Vou dar uma pesquisada pra ver se encontro algo com um precinho camarada.

      Vou dar uma procurada nesse A Última Guerreira também, Ítalo.

      Um abração!

      Excluir
    3. Li também A Última Guerreira, mas mesmo sendo muito bom, não gostei tanto quanto de A Campanha no Afeganistão. Tempos de Guerra dizem ser excelente.

      Excluir
    4. Eu tô pra comprar um dele que se chama Caçando Rommel. É ambientando na 2ª Guerra Mundial. Já tô com o e-book de Os Portões de Fogo e vou encomendar A Última Guerreira, A Campanha no Afeganistão e Tempos de Guerra lá no Estante Virtual. ;)

      Excluir
  3. Adorei o post!
    Anotei vários nomes que vou tentar conhecer assim que tiver oportunidade hahah
    E adorei o blog também hahah

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Paloma! Muito obrigado!! Haha
      Faça isso sim, tente ler algum desses livros que eu mencionei e me diz o que achou ;)

      Um beijo! Volte sempre aqui :)

      Excluir
  4. Excelente post, mas quando falamos de ficção histórica acredito que não podemos deixar de falar sobre Alexandre Dumas que foi um dos pioneiros do gênero. O autor pesquisou sobre o contexto de época para montar a narrativa de "Os Três Mosqueteiros" tanto que seus personagens principais são baseados em pessoas reais. Gostaria de citar também William Shakespeare e suas obras históricas que apesar de lançar mais mitos do que verdades são trabalhos bastante conhecidos; e também Victor Hugo com o excelente "Os Miseráveis", onde aborda o contexto revolucionário francês de 1832.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Muito obrigado, Luiz!
      Então, cara, juro que eu acabei me esquecendo de Victor Hugo e Alexandre Dumas, mas vamos concordar que eu mereço um perdão, né? HAHAHAHAHA
      Eu já li Os Três Mosqueteiros e O Conde de Monte Cristo e achei os dois livros sensacionais! Vou ver se consigo pegar as edições de luxo da Zahar (as grandonas).
      Acredita que eu nunca li Os Miseráveis? Preciso dar um up na minha lista de desejos e acrescentar diversos títulos! Prometo que vou ler Os Miseráveis e mandar a resenha aqui pra vocês ;)
      Muito bom ter citado William Shakespeare. Hamlet e Rei Lear são ♥

      Um abração, Luiz! Muito obrigado pelas recomendações!

      Excluir
  5. Uau! Que texto maravilhoso! Lembrou que preciso terminar a trilogia dos Templários do Jack Whyte e, finalmente, começar as Crônicas Saxônicas (que o Vagner não nos ouça rsrs). Bjos!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Deu trabalho escrever, Cassy! HAHAHAHAHA

      Aproveitando a deixa, você curtiu os livros que leu do Jack Whyte? Vejo que as opiniões sobre as obras dele são bem divergentes, mas mesmo assim morro de vontade de ler a trilogia dos Templários.

      Um beijo, Cassy!

      Excluir
  6. Eu tenho 3 livros do Steven Pressfield, que não são mais publicados aqui: Portões de Fogo, A Última Amazona, e Tempos de Guerra. Sempre vi que Tempos de Guerra era o melhor dele, mas o que mais gostei foi Portões de Fogo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. E aí, Jefferson. Beleza?

      Cara, o que vejo as pessoas comentando por aí é que Os Portões de Fogo é a melhor obra dele. Vou ver se encontro os livros dele nos sebos.

      Abraços!

      Excluir
  7. O que mais pretendo conhecer é Ken Follett. Tenho o exemplar d'Os Pilares da Terra em capa dura lá no Brasil, então provavelmente lerei em 2016, quando voltar. Não dá pra deixar pegando poeira! haha

    No mais, Cornwell e Iggulden na veia!

    http://desbravandolivros.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Tava esperando o seu comentário e já imaginava que ia indicar fortemente Cornwell e Iggulden HAHAHAHAHAHAHA
      Eu tbem tô com Os Pilares da Terra aqui pra ler. Quando voltar pro BR, dá um toque pra gente organizar um leitura conjunta ;)

      Abração!

      Excluir
    2. Dá pra pensar em algo mesmo, quando eu voltar a gente dá uma organizada e vê se é possível fazer algo do tipo. Abraço!

      Excluir
  8. Eu prefiro fantasia inspirada em História do que propriamente ficção histórica, mas também aprecio. Inclusive li este ano Os Pilares da Terra e adorei. Bernard Cornwell e Maurice Druon também são autores fantásticos no género.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Uma boa fantasia inspirada em História é excelente (Crônicas de Gelo e Fogo, por exemplo). Não li nada do Druon ainda, mas pretendo começar pela série que ele escreveu sobre os reis.

      Uma abraço, Nuno!

      Excluir
    2. Essa mesma, Phelipe. Eu só li O Rei de Ferro e adorei.

      Excluir
    3. Já coloquei na lista de desejos, Nuno!
      Abraços!

      Excluir
  9. Olá Phelipe

    Ótimo post, parabéns!

    Ficção histórica é realmente muito interessante. Um livro de que gostei muito foi 1356, do Cornwell. Embora o personagem central seja o Thomas, a trama se desenvolve e se completa num único livro (ultimamente, ando fugindo de séries e trilogias...).

    Forte abraço!

    radiosintoniacult.blogspot.com.br
    baudoarquimago.blogspot.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. E aí, Wagner! Tudo bom?

      Eu tenho o 1356 aqui, mas só vou ler ele depois que terminar A Busca do Graal (li em algum lugar por aí que 1356 é meio que um completo pra saga). Cornwell é excelente!

      Um abração!

      Excluir
  10. Amei esse post e Mundo Sem Fim, do Ken Follett, é um dos títulos que eu separei justamente pra essa categoria no Desafio Livrada 2016.

    Dos outros autores (da maioria) já ouvi falar muito e muito bem, mas não li nada ainda (em breve pretendo mudar isso rsrs).

    Bjs,
    Sala de Leitura

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Oi, Luciana! Já pode começar essa mudança comprando uns livros do Bernard Cornwell e participando da minha MARATONA PAREDE DE ESCUDOS. HUAHAUHAHAU
      Eu tô querendo ler Os Pilares da Terra ainda esse ano e mais a Trilogia O Século que o Follett escreveu (muito bem falada). Mundo Sem Fim eu ainda não tenho.

      Beijão!

      Excluir
    2. Phelipe, já li Os Pilares da Terra e recomendo. Na verdade, eu li Mundo Sem Fim também um tempinho atrás em uma edição única, mas como saiu a edição em 2 volumes eu acabei comprando e quero reler.

      A Trilogia O Século eu tô esperando chegar o terceiro livro pra poder começar a ler! Adoro o Ken Follett! hahaha

      E pode deixar que vou dar uma olhada nessa Maratona sim.
      Acabei de comprar o box das Crônicas de Artur pelo Submarino! Rsrs
      (Céus! Preciso me organizar! É muito livro pra ler!!)

      Beeijos e ótima semana!
      Sala de Leitura

      Excluir
    3. Olha só que maravilha hahahaha. Eu tô querendo ler As Crônicas de Arthur na maratona tbem (e mais alguns outros). Bora participar!!
      Vou ler Ken Follett logo, logo. HAHAHAHA

      Beijos!

      Excluir
  11. Amei a matéria! Sou escritora de ficção histórica, As Crônicas de Adulao, Que conta a formação do Reino Unido de Israel na perspectiva de um dos valentes de Davi.
    Acho que as pessoas dão pouca chance pro gênero. Mas eu sou apaixonada! Cornwell é meu mais preferido e amo ver outras culturas além da européia nesses livros fantásticos.
    Um abraço a todos.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olha, Carla, eu estava pensando agora mesmo nesse lance de outras culturas além da européia. Não só a Ficção Histórica, como também a Fantasia e outros gêneros estão necessitados de uma diversidade maior de culturas.
      Muito boa sua iniciativa de explorar outras culturas para escrever seu livro. Te desejo sucesso!

      Um forte abrço!

      Excluir
  12. Olá, Phelipe.
    Palmas para você! De verdade, essa postagem foi excelente. Muito bem embasada e pesquisada; merece os parabéns.
    Gosto bastante de ficção história; todos os livros do gênero que li me agradaram demais. Contudo, não conhecia tão profundamente o estilo. Sua postagem abriu outras portas para mim.
    Novamente, parabéns pela postagem!

    Desbravador de Mundos - Participe do top comentarista de abril. Serão três vencedores!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Marcos!
      Você não tem noção da felicidade que me toma quando eu recebo comentários desse tipo! Que bom que você gostou da postagem! A ficção histórica é um gênero maravilhoso e merece um destaque maior no mercado literário. Aqui no Bravura eu vou tentar resenhar a maioria dos livros que eu citei na postagem e mais alguns que eu tenho anotados aqui.
      Ah! Eu estou organizando um maratona onde leremos as obras do autor Bernard Cornwell durante 1 mês. Não vai ter cronograma de livro específico, o importante será ler alguma coisa do autor. Vê se dá uma passadinha por lá. Depois te marco no evento. ;)

      Cara, preciso te parabenizar por ter reerguido o blog depois do que te aconteceu. Gostei do nome novo e do layout novo. Meus parabéns!

      Um forte abraço, Marcos!

      Excluir
  13. Sugiro Edward Rutherfurd. Seus livros são imensos e tratam de sagas sobre a história de uma cidade, e por tabela de um país, ao longo de muito tempo. O protagonista é a cidade e seus monumentos

    ResponderExcluir